I
No apiário
Ao fim da tarde, quadro a quadro. É o José quem decide quando o mel está pronto.
Colhido com respeito pelas abelhas, pelas flores e pelo tempo da natureza.
Uma pequena produção familiar do Douro, feita ao ritmo das estações.
Cada colheita é limitada. Cada frasco conta parte desta história.
O Mel
O néctar de muitas flores silvestres, num só frasco. Três formatos, o mesmo mel.

O nosso produtor
A nossa história
Há anos que este mel passa de mão em mão, entre família, amigos e quem um dia o provou e voltou a pedir. Durante esse tempo chamou-se Martimel.
Hoje o José continua a cuidar das abelhas. O filho, Marco, juntou-se para que este trabalho tenha futuro.
O mel que muitos já conhecem ganhou finalmente uma identidade à altura daquilo que sempre foi.

Douro · Portugal
Do favo ao frasco
I
Ao fim da tarde, quadro a quadro. É o José quem decide quando o mel está pronto.
II
Quando as abelhas fecham as células com cera, o mel está maduro.
III
Cada quadro é aberto à mão, com o garfo de desopercular. Sem pressa.

IV
Do favo para o frasco, com lote e colheita identificados.
Bom saber
As abelhas visitam muitas flores silvestres. Por isso a cor e o sabor mudam um pouco de colheita para colheita.
Com o tempo e o frio, o mel pode ficar sólido. É um processo natural. Para o voltar a liquefazer, aqueça o frasco em banho-maria, suavemente.
A quantidade depende das flores, da chuva e das abelhas. Há anos de mais, há anos de menos.
Próxima colheita
Quando uma colheita acaba, acabou. Deixe o seu contacto e avisamos quando houver mel novo.
Será dos primeiros a saber quando houver mel novo.
A maioria das entregas é feita em mão. Depois do pedido, entramos em contacto para combinar a entrega e a forma de pagamento.
Sim. A cristalização acontece naturalmente no mel. Para o tornar líquido, aqueça o frasco em banho-maria, suavemente.
Em local fresco e seco, longe da luz direta, com a tampa bem fechada.
O mel não deve ser dado a bebés com menos de 12 meses.